Sexta-feira, Maio 23, 2008

Eu nunca guardei rebanhos,
Mas é como se os guardasse.
Minha alma é como um pastor,
Conhece o vento do sol
E anda pelas mãos das estações,
A seguir e a olhar.
Toda a paz da natureza sem gente,
Vem sentar-se a meu lado,
Mas eu fico triste como o pôr-do-sol.
Para a nossa imaginação,
Quando esfria no fundo da planície,
E se sente a noite entrada,
Como uma borboleta pela janela.

 

Autor: Alberto Caeiro
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Quinta-feira, Abril 17, 2008

Dia mundial do livro

LER É ESCREVER.
ESCREVER É APRENDER,

Aprender é viver

Escrito por mikako em 13:45:29 | Link permanente | Comments (0) |

Terça-feira, Abril 08, 2008

CenárioTeatro

Cenário Lugar onde decorre a acção. O cenário pode ser construído em tela ou em outros materiais e situa o espectador na época e no lugar em que a história se passa. Comédia Peça de teatro de crítica social. O seu objectivo é fazer rir o espectador. Peça Texto que serve de base à representação. Teatro Lugar onde se representa peças de teatro; conjunto das obras dramáticas de um autor ou de um país; arte de representar; profissão de actor ou de actriz; fingimento. Acção Assunto, enredo, intriga, história(s) de uma peça de teatro. Acto Cada uma das divisões de uma peça de teatro, que exige mudança de cenário. Um intervalo marca a passagem de um acto a outro. Actor Aquele que representa uma ou mais personagens numa peça de teatro. Cena Subdivisão de um acto. Em cada cena, sai uma personagem ou entra outra. Cenógrafo Responsável pela criação/execução dos cenários. Didascália Indicação cénica que se refere à caracterização (atitudes) das personagens em vários momentos da peça, à sua movimentação em cena (entrada, saída, etc.), aos lugares em que se passa a história e ao tempo em que ela decorre. Guarda-roupa Conjunto de trajes que são pertença de uma companhia de teatro para desempenho dos actores em diferentes peças. Papel Parte da peça teatral que compete a cada actor desempenhar. Contra-regra Aquele que marca a entrada dos actores em cena. Deixa Palavra ou palavras do fim da fala de uma personagem, que determinam quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso/a sua fala. Aparte Falas de uma personagem que, segundo as convenções (regras) teatrais, se destinam a ser ouvidas pelo público e não pelas outras personagens. Bastidores Espaços por detrás e ao lado do palco, fora da vista dos espectadores, onde os actores esperam pela sua entrada onde se guardam os adereços e outros materiais. Contracenar Representar em contracena. Contracena significa estar fora da cena principal. Enquanto algumas personagens dialogam realmente, outras, em contracena, fingem dialogar para atingir determinado objectivo. Palco Parte do teatro onde os actores representam. Ponto Pessoa que, durante a peça e escondida do público, lê o texto, em voz baixa, aos actores quando eles se esquecem das falas. Público Pessoas que assistem à representação de uma peça de teatro. Autor/Dramaturgo Autor de peças. Caracterizador(a) Pessoa que caracteriza, que cria no actor uma face consentânea ao papel que ele vai desempenhar. Vários recursos/materiais são utilizados para alterar uma face. Director(a) Responsável máximo por uma companhia de teatro. Encenador (encenação) Aquele que idealiza o espectáculo teatral, dirigindo os actores nos seus papéis, levando à cena um texto original ou adaptação de um original. Figurinista Técnico de teatro que se ocupa dos modelos, dos figurinos (vestuário, maquilhagem, penteados e outros complementos). Fotógrafo (fotografia) Técnico especializado que regista os momentos, as cenas de uma peça de teatro. Pode acumular com as funções de operador de vídeo. Luminotécnico O responsável pela iluminação, pelo efeito das luzes em cena. Produtor (produção) Cargo que tem como objectivo organizar, coordenar a realização de uma obra artística. Sonoplasta (sonoplastia) Pessoa responsável pela selecção e execução dos efeitos acústicos que constituem o fundo sonoro de uma peça de teatro. Lugar onde decorre a acção. O cenário pode ser construído em tela ou em outros materiais e situa o espectador na época e no lugar em que a história se passa. Comédia Peça de teatro de crítica social. O seu objectivo é fazer rir o espectador. Peça Texto que serve de base à representação. Teatro Lugar onde se representa peças de teatro; conjunto das obras dramáticas de um autor ou de um país; arte de representar; profissão de actor ou de actriz; fingimento. Acção Assunto, enredo, intriga, história(s) de uma peça de teatro. Acto Cada uma das divisões de uma peça de teatro, que exige mudança de cenário. Um intervalo marca a passagem de um acto a outro. Actor Aquele que representa uma ou mais personagens numa peça de teatro. Cena Subdivisão de um acto. Em cada cena, sai uma personagem ou entra outra. Cenógrafo Responsável pela criação/execução dos cenários. Didascália Indicação cénica que se refere à caracterização (atitudes) das personagens em vários momentos da peça, à sua movimentação em cena (entrada, saída, etc.), aos lugares em que se passa a história e ao tempo em que ela decorre. Guarda-roupa Conjunto de trajes que são pertença de uma companhia de teatro para desempenho dos actores em diferentes peças. Papel Parte da peça teatral que compete a cada actor desempenhar. Contra-regra Aquele que marca a entrada dos actores em cena. Deixa Palavra ou palavras do fim da fala de uma personagem, que determinam quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso/a sua fala. Aparte Falas de uma personagem que, segundo as convenções (regras) teatrais, se destinam a ser ouvidas pelo público e não pelas outras personagens. Bastidores Espaços por detrás e ao lado do palco, fora da vista dos espectadores, onde os actores esperam pela sua entrada onde se guardam os adereços e outros materiais. Contracenar Representar em contracena. Contracena significa estar fora da cena principal. Enquanto algumas personagens dialogam realmente, outras, em contracena, fingem dialogar para atingir determinado objectivo. Palco Parte do teatro onde os actores representam. Ponto Pessoa que, durante a peça e escondida do público, lê o texto, em voz baixa, aos actores quando eles se esquecem das falas. Público Pessoas que assistem à representação de uma peça de teatro. Autor/Dramaturgo Autor de peças. Caracterizador(a) Pessoa que caracteriza, que cria no actor uma face consentânea ao papel que ele vai desempenhar. Vários recursos/materiais são utilizados para alterar uma face. Director(a) Responsável máximo por uma companhia de teatro. Encenador (encenação) Aquele que idealiza o espectáculo teatral, dirigindo os actores nos seus papéis, levando à cena um texto original ou adaptação de um original. Figurinista Técnico de teatro que se ocupa dos modelos, dos figurinos (vestuário, maquilhagem, penteados e outros complementos). Fotógrafo (fotografia) Técnico especializado que regista os momentos, as cenas de uma peça de teatro. Pode acumular com as funções de operador de vídeo. Luminotécnico O responsável pela iluminação, pelo efeito das luzes em cena. Produtor (produção) Cargo que tem como objectivo organizar, coordenar a realização de uma obra artística. Sonoplasta (sonoplastia) Pessoa responsável pela selecção e execução dos efeitos acústicos que constituem o fundo sonoro de uma peça de teatro.
Escrito por mikako em 17:52:31 | Link permanente | Comments (0) |

Sexta-feira, Abril 04, 2008

Ao entardecer os campo enchiam

Ao entardecer os campos enchiam-se de neblina, o Pico ficava baço e monumental nas águas. Dos lados da estrada da Caldeira sentiu-se uma tropelada, depois pó e um cavaleiro no encalço de uma senhora a galope. - Slowly! Let go him alone… Os cavalos meteram a trote e puseram-se a par. O de Roberto Clark vinha suado, com um pouco de espuma na barriga e sinal de sangue num ilhal. O de Margarida, enxuto, meteu a passo. - Ah, não posso mais… - Tou muito cansado também já não posso mais. - Não sei o que deu aos cavalos, coitados devem estar muito cansados. - Coitados é de nós, também não sei o que lhe deu. - Não sejas tão duro com os pobres dos animais, parece um ribeiro ali ao fundo. - Pois é aquele ribeiro passa em frente da casa da minha falecida avó, numa casa muito velha ali para beira do terreiro do paço. - Sim, sei onde é podíamos passar por lá agora para me mostrares aquilo melhor. - Boa ideia tenho a certeza que vais adorar. - Então de que tamos a espera. Margarida arrancou no seu cavalo branco a toda a velocidade Roberto chamava, chamava mas Margarida só tava concentrada em chegar a casa da avó do Roberto. Roberto continuava a chamar, chamar até que começou a andar mais depressa no seu cavalo preto, mas era quase impossível apanhar Margarida. Quando chegaram a casa Roberto disse a Margarida: -Tou estupefacto, já não posso mas desta vez vou ficar por aqui. - Não sejas assim sou mulher e tou aqui perfeita pronta para outra. - Nem me digas isso, quando chegar a casa vou comer, e depois vou dormir até de manhã. Deram algumas voltas dentro da casa da avó do Roberto depois de algum tempo foram para casa andaram muito mais tempo até que pararam num café que tava no meio de uma rua estreitinha entraram e pedira um copo de agua disseram ao dono do café o que tinha acontecido e como o dono do café era muito simpático acabou por lhe pagar o lanche. Continuaram o seu caminho ate chegar a casa, e depois de muito tempo conseguiram e levaram um grande sermão dos pais mas ficaram muito contentes das aventuras que passaram juntos.
Escrito por mikako em 12:33:52 | Link permanente | Comments (0) |

Sexta-feira, Março 07, 2008

Coquette dos prados

 Coquette dos prados,
A rosa é uma flor
Que inspira e não sente o
O encanto d’amor.

 

De púrpura a vestem
Os raios do sol;
Suspiram por ela
Ais o rouxinol:

 

E as galas que traja
Não as agradece,
E o amor que acende
Não o reconhece.

 

Coquette dos prados
Rosa, linda flor,
Porquê, se o não sentes,
Inspiras amor?

 

Autor: Almeida Garrett
Escrito por mikako em 12:38:36 | Link permanente | Comments (0) |

Sina

Por todas quantas estrelas
Tem o céu que possam mais,
Pelas flores virginais
De que se c’roam donzelas,
Pelas lágrimas singelas
Que o primeiro amor derrama,
Por aquela etérea chama
Que a mão de Deus acendeu
E que na terra alumia
Quando há na terra do céu!
Por tudo quanto eu queria
Quando eu sabia querer,
E por tudo quanto eu cria
Quando me era dado crer!    
Bem-fadada seja a vida

 

Que por esta folha branca
Sua Historia há-de escrever!
Que as dores lhe venham marcas
E com asas a prazer!

 

Esta sina que lhe dou,
Bruxa não na adivinhou,
Nem duende ma ensinou:

 

Li-a eu por condão
Em seus olhos inocentes,
Transparentes - Transparentes
Até dentro ao coração

 

Autor: Almeida Garrett
 
   
Escrito por mikako em 12:28:15 | Link permanente | Comments (0) |

Sexta-feira, Fevereiro 01, 2008

 

     O Jaime ia a caminho dos Estados Unidos numa viagem de negócios com o seu secretário e o seu sócio. A passar pela floresta da Amazónia o avião embateu contra uma arvore e despenhou-se.
    Acordei uns dias depois com os meus colegas e mais alguns passageiros que o avião transportava. Como o avião estava partido a meio usamos a metade da frente para nos abrigarmos, enquanto piloto o co-piloto e alguns viajantes foram tentar encontras comida e também uma saída. Enquanto os homens foram, as mulheres ficaram a tomar conta das crianças e dos feridos. Não sabíamos o que fazer aos mortos mas sabíamos que os tínhamos de os tira dali para as crianças não ficarem chocada.
      - Que vamos fazer a esta gente toda? Não temos comida para esta gente e com muita sorte espero que não chova.
-         Comandante! Estive a contar as pessoas e os cadáveres e falta gente.
-         Oh! Não! Amanhã vamos fazer buscas nesta zona a ver se os encontramos alguém.
-         Amanhã não será tarde? – Perguntou o Jaime
-         Esta a escurecer e não quero perder mais gente.
Ainda não consegui consertar o radio e aqui também não tem frequência.
-         Esta a começar a chover granizo!
-         Rápido! Rápido! Tudo lá para dentro.
No dia seguinte de manhã cedo fui chama-los a cama. O comandante estava muito nervoso já tinha as espadas, e as pistolas nas mãos no caso de aparecer um animal feroz. De tarde encontramos uma pessoa ferida contra uma árvore. Dois dos homens vieram trazer o tripulante para o acampamento, enquanto eu e o comandante continuamos a caminhada subindo montanhas atravessando rios. Acabamos por não ir dormir ao acampamento. Dormimos numa gruta muito escura e fria. Andamos dias e noite ate chegar ao topo da montanha. O comandante pegou nos binóculos e disse :
-         Estou a ver ali alguma coisa...
-         Onde, deixa-me ver. Ei pois é! Aquilo paresse ser um hospital e um posto da polícia.
-         Vamos rápido temos de nos proteger do frio.
-         Espera, e os outros.
-         Desculpa mas não podemos olhar para trás, a esta hora já poucos devem tar vivos.
-         Vai tu. Eu fico
-         Esta bem depois vamos de helicóptero e com sorte estarão todos vivos.
-         Vamos. Então corre.
  Quando chegamos ao posto da polícia, encontramos logo um helicóptero e passamos a floresta de uma ponta a outra. E no fim encontramo-los mais o menos a meio da floresta. Quando baixamos por sorte ainda estava toda a gente viva.
    -Estas a ver como toda a gente esta viva!
     - O que com este frio com a neve achavas que ninguém sobreviria.
     - Agora calem-se e entrem.
Foi muita gente para o hospital mas no fim acabou todo bem   
Escrito por mikako em 11:59:34 | Link permanente | Comments (0) |

Acordei uns dias depois

Escrito por mikako em 11:58:39 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, Outubro 18, 2007

Menina das compotas

   Numa vila muito grande vivia uma menina que a mãe já com problemas de saude que vendia compota à porta de casa para pagar os estudos a sua filha Anita as contas contas da luz, e da  água. Numca podia contar com marido porque andava sempre bebedo era viciado em tabaco. Como vinha sempre bebedo para casa a violencia era muito frequente. Quando a mãe da Anita morreu e o seu pai foi preso por violencia domestuca ela ficou sozinha não tinha familia e os amigos não era boa influencia. Saiu da escola e comrçou a fazer compota ia para a porta vender ponha uns rotulos na garrafa a dizer (compota) e não ponha mais nada nem a dizer do que era de pêra,pessego e etc.Toda a gente levava e ninguem reclamava 
Escrito por mikako em 17:56:54 | Link permanente | Comments (3) |